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segunda-feira, 11 de maio de 2015
É bom ter Paciência
No trabalho, na escola, na rua, ou em casa mesmo, muitas vezes é fácil perdermos a paciência. O que torna nosso dia chato, cansativo e nossas relações desgastadas.
Ao exercitar a paciência com todas as pessoas, você está se permitindo tornar-se melhor e de aprender por conta própria através do auto-controle, o que valoriza muito os relacionamentos. As famílias, as amizades são muito mais felizes quando a paciência impera.
Quando não se tem paciência, não é fácil para aprender a ter. Pode levar algum tempo, mais os resultados valem muito a pena.
Muitas pessoas precisam aprender a ter paciência. E quando tentam, ficam frustradas quando não veem resultados imediatos. Ficam chateadas quando as pessoas não percebem o seu esforço para com outras pessoas, sendo vítimas da falta de paciência de outros.
Se você está impaciente, tente exercer a paciência. Isso poderá ajudá-lo a diminuir os níveis de estresse e melhorar na sua auto-estima.
A vida é muito curta para ficar chateado o tempo todo. Aproveite a vida, exercendo a Paciência.
sábado, 3 de janeiro de 2015
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Quer superar a amargura e o ressentimento?
10 dicas para você superar a amargura e o ressentimento:
- Peça a Deus para perdoá-lo por ser amargo e ressentido. Em seguida, peça para que você consiga perdoar quem o feriu. "Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós. Mas se não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai não perdoará os seus pecados. Mateus 06:14-15;
- Não permita que o mal que aconteceu evite que você receba o melhor de Deus;
- Ore diariamente a Deus para curá-lo e leia as escrituras para aplicar a sua vida diária.
- Deus fará justiça. Sua parte é perdoar;
- Quando você perdoa você remove o poder do infrator de prejudicá-lo. Aceitar o que aconteceu e entender que você tem que se curar. Procure ajuda profissional se necessário;
- Entenda que quando continuamos a caminhar ferido e amargo, as pessoas que nos ferem estão nos prejudicando todos os dias e na maioria dos casos, estão curtindo a vida;
- Permita que Deus o ajude a perdoar e esquecer. Alguns de nós não confiamos em Deus; assim, continuamos vivendo com a dor. Não se esqueça de continuar a pedir a Deus para perdoar quem o feriu. Peça a Deus para abençoar a sua vida;
- Compreender que o esquecimento significa que você está deixando de lado o que fizeram com você. Isso não significa que você tem amnésia.
- Tente se relacionar o melhor possível com as pessoas que lhe cercam;
- Não se sinta que você tenha que se vingar. A Bíblia nos ensina que Deus vai nos trazer a nossa justiça. Ele sabe o que foi feito para você e que você tem feito para os outros. "Pois conhecemos aquele que disse: "A mim pertence a vingança; eu retribuirei"; e outra vez: "O Senhor julgará o seu povo." Hebreus 10:30.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
E se for Preguiça...
...Se for preguiça aqui vai:
10 dicas para acabar com a preguiça
1. Exercite-se
Você pode se sentir preguiçoso se não tiver energia suficiente para seu dia a dia. Uma rotina de exercícios físicos deixa o corpo disposto e alerta, menos propenso a ‘baixas’ energéticas.
Você pode se sentir preguiçoso se não tiver energia suficiente para seu dia a dia. Uma rotina de exercícios físicos deixa o corpo disposto e alerta, menos propenso a ‘baixas’ energéticas.
2. Durma
Como você pode se sentir motivado e entusiástico se não dorme o suficiente? Problemas de sono muitas vezes decorrem de maus hábitos.
Como você pode se sentir motivado e entusiástico se não dorme o suficiente? Problemas de sono muitas vezes decorrem de maus hábitos.
3. Determine um prazo curto para começar
A parte mais difícil de muitas tarefas é começar. Determine um prazo curto (5 a 15 minutos) para começar, de qualquer maneira. Se precisar refazer o início depois, o tempo necessário certamente será menor que a eterna protelação.
A parte mais difícil de muitas tarefas é começar. Determine um prazo curto (5 a 15 minutos) para começar, de qualquer maneira. Se precisar refazer o início depois, o tempo necessário certamente será menor que a eterna protelação.
4. Visualize os benefícios
A preguiça se alimenta também da nossa visão do problema, e ver só as dificuldades da sua execução torna mais difícil começar a resolvê-lo. Imagine todos os benefícios que terá ao concluir seu dever, e será bem mais fácil colocar mãos a obra.
A preguiça se alimenta também da nossa visão do problema, e ver só as dificuldades da sua execução torna mais difícil começar a resolvê-lo. Imagine todos os benefícios que terá ao concluir seu dever, e será bem mais fácil colocar mãos a obra.
5. Estabeleça prêmios
Estabeleça para si mesmo um prazo para cumprimento da tarefa e um prêmio pela sua consecução. Entra como um bônus no pacote de benefícios.
Estabeleça para si mesmo um prazo para cumprimento da tarefa e um prêmio pela sua consecução. Entra como um bônus no pacote de benefícios.
6. Pense nas conseqüências do não cumprimento
Outro motivador para se vencer a preguiça é visualizar as conseqüências negativas de se entregar à inércia. Se os benefícios não são o suficiente para motivá-lo, pense no prejuízo financeiro, profissional ou emocional que vai ter se não fizer o que deve.
Outro motivador para se vencer a preguiça é visualizar as conseqüências negativas de se entregar à inércia. Se os benefícios não são o suficiente para motivá-lo, pense no prejuízo financeiro, profissional ou emocional que vai ter se não fizer o que deve.
7. Encontre parceiros.
Todos nós temos baixas em nossa motivação, e pessoas com interesses em comum podem ser o melhor apoio quando a vontade própria não é o suficiente.
Todos nós temos baixas em nossa motivação, e pessoas com interesses em comum podem ser o melhor apoio quando a vontade própria não é o suficiente.
8. Divida a tarefa em partes administráveis
Às vezes, a visão obscura que temos de um problema nos impede de definir por onde começar. Se está diante de uma questão complexa ou trabalhosa, divida o processo em etapas menores, administráveis, com prazos para início e conclusão para cada uma.
Às vezes, a visão obscura que temos de um problema nos impede de definir por onde começar. Se está diante de uma questão complexa ou trabalhosa, divida o processo em etapas menores, administráveis, com prazos para início e conclusão para cada uma.
9. Faça uma coisa de cada vez
Não é da nossa natureza (embora esteja se tornando de nossa cultura) ser multi-tarefa. Organize seu pensamento e dedique-se a uma tarefa de cada vez. A concentração beneficia enormemente a criatividade e nosso potencial para resultados.
Não é da nossa natureza (embora esteja se tornando de nossa cultura) ser multi-tarefa. Organize seu pensamento e dedique-se a uma tarefa de cada vez. A concentração beneficia enormemente a criatividade e nosso potencial para resultados.
10. Descreva seu processo
Você se sentirá mais motivado se perceber com clareza como sua produtividade varia de acordo com a freqüência com que se entrega à preguiça. Uma maneira de visualizar este processo é registrar seu progresso diariamente, anotando quantas metas de propôs, quantas atingiu e como foi seu estado energético e emocional neste dia.
Você se sentirá mais motivado se perceber com clareza como sua produtividade varia de acordo com a freqüência com que se entrega à preguiça. Uma maneira de visualizar este processo é registrar seu progresso diariamente, anotando quantas metas de propôs, quantas atingiu e como foi seu estado energético e emocional neste dia.
Fonte:Meta Executiva
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quinta-feira, 3 de outubro de 2013
8 Passos para driblar e vencer a Tristeza
Você está triste hoje?
Ou você tem se sentido triste e deprimido já faz alguns dias?
Todos nós ficamos tristes. Em nossa vida sempre acontece algo que nos deixa pra baixo. Mas a tristeza que leva a depressão, ou seja, que dura vários dias, não é normal e nem deve ser aceita. Se está se sentindo assim, veja 8 coisas que você poderá fazer para se libertar e sentir FELIZ:
Ou você tem se sentido triste e deprimido já faz alguns dias?
Todos nós ficamos tristes. Em nossa vida sempre acontece algo que nos deixa pra baixo. Mas a tristeza que leva a depressão, ou seja, que dura vários dias, não é normal e nem deve ser aceita. Se está se sentindo assim, veja 8 coisas que você poderá fazer para se libertar e sentir FELIZ:
- Ore. Ao acordar, antes de tomar o café da manhã, Ore.Comece o dia falando com o Pai. Abra o seu coração para Deus. Peça a Ele para tirar tudo o que te aflige, para limpar dos seus pensamentos tudo o que te aborrece, para que fique com você durante todo o dia, e que te ajude a vencer todos os obstáculos que surgirem. Mas não ore apenas essa vez. Ore várias vezes ao dia.
- Faça exercícios. Não tem como ser feliz se não tem saúde. Se você leva uma vida sedentária, terá mais chance de ter algumas doenças. Se exercitar, é se cuidar.
- Alimente-se bem. Coma frutas, verduras e legumes e se hidrate também.
- Durma bem. O certo é dormir 8 horas por dia. Procure respeitar isso. Se você acorda muito cedo para trabalhar, durma também mais cedo.
- Perdoe. Perdoar nem sempre é fácil. Mas o rancor e o ressentimento corroem a pessoa por dentro.Quando você não conseguir perdoar alguém que te ferir, fale com Deus, peça a Ele para ajudá-lo. Quando perdoar, sentirá que retirou um grande peso dos seus ombros.
- Seja Grato. Agradeça a Deus pela vida, pela saúde, pelo alimento, pelo dinheiro (mesmo que seja pouco).Diga OBRIGADO quando alguém fizer algo pra você.
- Seja solidário. Ajude quem precisa com o que você tem. Se você for uma pessoa rica em bens, ajude com uma pequenina parte, se você tem um lindo sorriso, sorria pode ter alguém por perto precisando dele, ou se você tem uma palavra amiga para uma pessoa desesperada, diga. Contribua com o que você tem de bom.
- Leia. Ler é sempre bom. Comece lendo a Bíblia, que é o livro da sabedoria e sempre Deus fala com a gente através de sua Palavra. Leia Bons livros que poderão te trazer coisas boas.
By Kelly Prayer
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
5 Passos para o Perdão
Sabemos que para muitas pessoas, dependendo das circunstâncias, é bem difícil Perdoar, embora esse ato para a vida da gente seja fundamental e importante para vivermos melhor, em um mundo cheios de 'problemas'.
Se você está lutando para perdoar uma ofensa que foi feita contra você, você não está sozinho. Perdoar pode ser um processo extremamente difícil. A coisa sobre falta de perdão, vai te machucar mais do que ferir a pessoa que o ofendeu. Muitas pessoas buscam aconselhamento para ser útil no processo de perdoar e seguir em frente com sua vida. Abaixo alguns passos para que você consiga perdoar:
1. Reconhecer a dor
Não minimizá-lo ou negar o mal que foi feito contra você.
Não dê desculpas para o agressor.
Escreva. Escrever é uma ótima maneira de trabalhar com a raiva e mágoa. Também organiza seus pensamentos e ajuda a reconhecer a verdade. Às vezes, escrever uma carta para o infrator é útil (esta carta não é, geralmente, para ser enviada, mas é para trabalhar através de seus próprios pensamentos e sentimentos).
Não minimizá-lo ou negar o mal que foi feito contra você.
Não dê desculpas para o agressor.
Escreva. Escrever é uma ótima maneira de trabalhar com a raiva e mágoa. Também organiza seus pensamentos e ajuda a reconhecer a verdade. Às vezes, escrever uma carta para o infrator é útil (esta carta não é, geralmente, para ser enviada, mas é para trabalhar através de seus próprios pensamentos e sentimentos).
2. Identificar suas emoções
Quando alguém faz algo para prejudicá-lo, você pode experimentar pesar e raiva. Estas emoções não estão errados, mas são uma resposta normal a uma ofensa.
É importante identificar como a ofensa o fez sentir e se expressar. Depois de escrever o delito, escreva como você se sentiu quando o crime aconteceu e como você se sentiu desde então.
3. Cancelar a dívida
Escreva um "cheque em branco" do perdão.
Você pode querer escrever as ofensas que fizeram a você e, em seguida, escrever "cancelada" sobre elas. Você pode queimar a carta que você escreveu expressando a sua tristeza e dor.
Escreva um "cheque em branco" do perdão.
Você pode querer escrever as ofensas que fizeram a você e, em seguida, escrever "cancelada" sobre elas. Você pode queimar a carta que você escreveu expressando a sua tristeza e dor.
4. Estabelecer limites
Decida o que você precisa fazer para se proteger e não deixar essa pessoa te machucar novamente. Por exemplo, se alguém é ofensiva para você verbalmente, você pode optar por não se associar com eles, ou dizer-lhes que, se eles começam a insultá-lo de que você não vai falar com eles até que estarem dispostos a falar gentilmente.
Não continue a olhar para a aprovação de uma pessoa que o feriu.
Decida o que você precisa fazer para se proteger e não deixar essa pessoa te machucar novamente. Por exemplo, se alguém é ofensiva para você verbalmente, você pode optar por não se associar com eles, ou dizer-lhes que, se eles começam a insultá-lo de que você não vai falar com eles até que estarem dispostos a falar gentilmente.
Não continue a olhar para a aprovação de uma pessoa que o feriu.
5. Faça um compromisso para Perdoar
Faça um compromisso pessoal ou (se possível) público para perdoar a pessoa para o que eles têm feito.
Comprometa-se a não usar a coisa que fizeram contra você como uma arma contra eles.
Quando você tem dúvidas sobre se você "realmente" perdoou a pessoa, lembre-se o compromisso que você fez para perdoar. Lembre-se de que o perdão é uma escolha, não um sentimento.
Fonte: thriveWorks
Veja também: Aprendendo a Perdoar
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Aprendendo a Perdoar
O que É e o que NÂO É o Perdão
O perdão é desistir de seu direito de ferir alguém que o feriu.
O perdão não diminui o mal feito contra você.
O perdão não é uma negação do que aconteceu.
O perdão não tira as consequências que a outra pessoa terá de enfrentar por causa de suas ações.
O perdão é um ato e um processo. Mesmo quando uma pessoa decide perdoar outra pessoa, sentimentos de alívio não acontecem imediatamente. Perdoar alguém pode ser difícil e desconfortável.
O perdão não é fraqueza. É a coisa mais poderosa que você pode fazer. Ele quebra o domínio que tem sido colocada em sua vida. Recusando-se a perdoar permite que a pessoa ou coisa que foi doloroso para você continue a magoa - lo.
Perdoar não significa esquecer. O perdão não exige que você se tornar um "capacho".
O perdão não exige que você se abre para o infrator a se machucar novamente.
O perdão não espera que o ofensor se desculpe para ganhar o perdão de alguma forma.
O perdão não diminui o mal feito contra você.
O perdão não é uma negação do que aconteceu.
O perdão não tira as consequências que a outra pessoa terá de enfrentar por causa de suas ações.
O perdão é um ato e um processo. Mesmo quando uma pessoa decide perdoar outra pessoa, sentimentos de alívio não acontecem imediatamente. Perdoar alguém pode ser difícil e desconfortável.
O perdão não é fraqueza. É a coisa mais poderosa que você pode fazer. Ele quebra o domínio que tem sido colocada em sua vida. Recusando-se a perdoar permite que a pessoa ou coisa que foi doloroso para você continue a magoa - lo.
Perdoar não significa esquecer. O perdão não exige que você se tornar um "capacho".
O perdão não exige que você se abre para o infrator a se machucar novamente.
O perdão não espera que o ofensor se desculpe para ganhar o perdão de alguma forma.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
7 Atitudes que se adotarmos elevam o sentimento da Felicidade
Felicidade: adote atitudes que elevam esse sentimento
Adquira hábitos que garantem mais momentos recompensadores na sua vida
Qual a relação entre dinheiro e felicidade? Contrariando a ideia de que quanto mais, melhor, uma nova pesquisa feita pela Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, descobriu que não precisa ter uma carteira farta para ser feliz, mas de uma condição financeira estável envolvendo em torno de R$ 6.800. A explicação é simples: de acordo com os pesquisadores, uma renda muito pequena evidencia problemas emocionais associados a aborrecimentos, como doenças, solidão e divórcio.
Estado de contentamento, alegria, euforia e de satisfação íntima... isso tudo caracteriza o sentimento de felicidade. Para alcançá-la, de acordo com a explicação da pesquisa norte-americana, você teria que desembolsar cerca de R$ 81.600 todo ano, o que, no fim das contas, não sai nada barato. Mas, saiba que com algumas atitudes simples você consegue ficar mais próximo desse sentimento que faz tão bem e o melhor é que você não precisa gastar um centavo. Confira sete pequenos hábitos que você pode começar a fazer agora.
1.Aproxime-se de quem você gosta
Você é o principal responsável pela sua felicidade, porém, as pessoas que estão a sua volta te fazem rir, te dão apoio, carinho e, por isso, ajudam e muito o nosso dia a dia a ser mais colorido. E não é só isso. "Nossos amigos agem como uma rede de sustentação que alivia as nossas quedas. A eles pedimos e damos conselhos, quando não sabemos o que fazer. Pedimos e damos colo e ombro para chorar. Essas experiências são valiosíssimas porque fazem com que nossa dor seja validada", explica a psicóloga Cecilia Zylberstajn. Por isso, não se esqueça nunca: nenhum homem é uma ilha. Procure manter seus amigos e sua família sempre por perto.
2.Participe de uma causa
De acordo com a pesquisa americana, o fator campeão de bem-estar é a religião, pois quem vai a igreja faz amigos por lá e compartilham de uma crença e objetivos comuns. Mais do que ser religioso, é importante ter uma causa, um motivo pelo qual você lute e acredite. A troca de informação e a convivência com outras pessoas que partilhem de opiniões parecidas e defendem causas semelhantes tem um impacto positivo e se torna mais um caminho para a felicidade.
3. Cuide da sua saúde
Comer melhor, dormir bem, movimentar o corpo, afastar o estresse, tudo isso são hábitos que favorecem a longevidade. Basta vontade de mudar. Para o cardiologista Bruno Ganem, hábitos saudáveis são capazes de melhorar a qualidade de vida e muito mais: fazem com que a pessoa fique otimista diante da vida.
Os bons hábitos alimentares também promovem uma onda de bem-estar e boa saúde. A nutricionista Lucyanna Kalluf explica: "Sem uma alimentação equilibrada o organismo fica suscetível a males como depressão, irritabilidade, insônia, ansiedade e mau humor. Além do risco da obesidade e doenças cardiovasculares", diz a especialista. Tudo isso é impeditivo para o estado de felicidade.
4. Não assuma tudo sozinho
Carregar o mundo nas costas traz dor, cansaço, desgaste e só. Quem tem o hábito de fazer isso precisa ficar atento e procurar alternativas para dividir as tarefas com as pessoas que querem e podem te ajudar. De nada adianta fazer tudo sozinho e ficar sem tempo para você mesmo. Divida seus problemas e funções, peça e aceite ajuda, trabalhe com prioridades. "Diante das situações, avalie e escolha sempre as melhores alternativas, aquelas que mais te interessam e são emergenciais. Deixe o que é menos importante para depois, lembre-se sempre que somos humanos e, portanto, limitados. Não conseguimos fazer tudo sempre", afirma a psicóloga Mariuza Pregnolato, da Universidade de São Paulo.
5. Aprenda a achar soluções
O estresse vem quando estamos com o corpo e a mente sobrecarregados. Ele traz pensamentos negativos que, em menor ou maior medida, afetam o jeito como encaramos a vida. Ninguém é feliz 100% do tempo, os problemas sempre surgem e, em certa medida, são bons para "pregar os pés no chão". Porém, o segredo é encará-los de frente, não deixando que eles causem desgastes. "Não gaste o seu tempo e a sua mente preocupando-se com os problemas. Em vez disso, ocupe-se trabalhando neles para resolvê-los e use sua mente com pensamentos positivos e um sorriso no rosto", indica a psicóloga Mariuza Pregnolato.
Carregar o mundo nas costas traz dor, cansaço, desgaste e só. Quem tem o hábito de fazer isso precisa ficar atento e procurar alternativas para dividir as tarefas com as pessoas que querem e podem te ajudar. De nada adianta fazer tudo sozinho e ficar sem tempo para você mesmo. Divida seus problemas e funções, peça e aceite ajuda, trabalhe com prioridades. "Diante das situações, avalie e escolha sempre as melhores alternativas, aquelas que mais te interessam e são emergenciais. Deixe o que é menos importante para depois, lembre-se sempre que somos humanos e, portanto, limitados. Não conseguimos fazer tudo sempre", afirma a psicóloga Mariuza Pregnolato, da Universidade de São Paulo.
6. Cobre menos de si mesmo
Gostar de si mesmo é essencial para o bem-estar. "Para que estejamos bem, é necessário que estejamos sintonizados com nós mesmos. Na prática, isso significa relativizar a importância de tudo que nos atinge de fora para dentro", diz a psicóloga da USP, que completa: "É preciso aprender a ficar, dentro do possível, imune aos golpes que a vida nos desfere vez por outra. Para isso, precisamos aprender a cultivar e a expressar nosso próprio modo de ser e apreciar a vida sendo do jeito que somos, sem procurar agradar a todos, até porque isso é impossível."
7. Viva o presente
Muita gente se envolve em planos para o futuro de tal forma que acaba vendo a vida passar rapidamente. Esse tipo de atitude adia a felicidade e para que? "Muitas vezes nos frustramos por passar muito tempo programando um futuro que não acontece exatamente do jeito que sonhamos. As pessoas mais felizes aprenderam a moldar seus sonhos, a viver no presente. São as que entenderam que o futuro é a ressonância do hoje", defende a neurologista Claudia Klein. Lembre-se que a felicidade não é um estado permanente, que se atinge e lá se fica. Ela vem e volta, e é normal que isso aconteça. O principal é fazer com que mais momentos felizes entrem em nossa vida. E saber lidar com os altos e baixos.
Adquira hábitos que garantem mais momentos recompensadores na sua vida
Qual a relação entre dinheiro e felicidade? Contrariando a ideia de que quanto mais, melhor, uma nova pesquisa feita pela Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, descobriu que não precisa ter uma carteira farta para ser feliz, mas de uma condição financeira estável envolvendo em torno de R$ 6.800. A explicação é simples: de acordo com os pesquisadores, uma renda muito pequena evidencia problemas emocionais associados a aborrecimentos, como doenças, solidão e divórcio.
Estado de contentamento, alegria, euforia e de satisfação íntima... isso tudo caracteriza o sentimento de felicidade. Para alcançá-la, de acordo com a explicação da pesquisa norte-americana, você teria que desembolsar cerca de R$ 81.600 todo ano, o que, no fim das contas, não sai nada barato. Mas, saiba que com algumas atitudes simples você consegue ficar mais próximo desse sentimento que faz tão bem e o melhor é que você não precisa gastar um centavo. Confira sete pequenos hábitos que você pode começar a fazer agora.
1.Aproxime-se de quem você gosta
Você é o principal responsável pela sua felicidade, porém, as pessoas que estão a sua volta te fazem rir, te dão apoio, carinho e, por isso, ajudam e muito o nosso dia a dia a ser mais colorido. E não é só isso. "Nossos amigos agem como uma rede de sustentação que alivia as nossas quedas. A eles pedimos e damos conselhos, quando não sabemos o que fazer. Pedimos e damos colo e ombro para chorar. Essas experiências são valiosíssimas porque fazem com que nossa dor seja validada", explica a psicóloga Cecilia Zylberstajn. Por isso, não se esqueça nunca: nenhum homem é uma ilha. Procure manter seus amigos e sua família sempre por perto.
2.Participe de uma causa
De acordo com a pesquisa americana, o fator campeão de bem-estar é a religião, pois quem vai a igreja faz amigos por lá e compartilham de uma crença e objetivos comuns. Mais do que ser religioso, é importante ter uma causa, um motivo pelo qual você lute e acredite. A troca de informação e a convivência com outras pessoas que partilhem de opiniões parecidas e defendem causas semelhantes tem um impacto positivo e se torna mais um caminho para a felicidade.
Comer melhor, dormir bem, movimentar o corpo, afastar o estresse, tudo isso são hábitos que favorecem a longevidade. Basta vontade de mudar. Para o cardiologista Bruno Ganem, hábitos saudáveis são capazes de melhorar a qualidade de vida e muito mais: fazem com que a pessoa fique otimista diante da vida.
Os bons hábitos alimentares também promovem uma onda de bem-estar e boa saúde. A nutricionista Lucyanna Kalluf explica: "Sem uma alimentação equilibrada o organismo fica suscetível a males como depressão, irritabilidade, insônia, ansiedade e mau humor. Além do risco da obesidade e doenças cardiovasculares", diz a especialista. Tudo isso é impeditivo para o estado de felicidade.
Carregar o mundo nas costas traz dor, cansaço, desgaste e só. Quem tem o hábito de fazer isso precisa ficar atento e procurar alternativas para dividir as tarefas com as pessoas que querem e podem te ajudar. De nada adianta fazer tudo sozinho e ficar sem tempo para você mesmo. Divida seus problemas e funções, peça e aceite ajuda, trabalhe com prioridades. "Diante das situações, avalie e escolha sempre as melhores alternativas, aquelas que mais te interessam e são emergenciais. Deixe o que é menos importante para depois, lembre-se sempre que somos humanos e, portanto, limitados. Não conseguimos fazer tudo sempre", afirma a psicóloga Mariuza Pregnolato, da Universidade de São Paulo.
O estresse vem quando estamos com o corpo e a mente sobrecarregados. Ele traz pensamentos negativos que, em menor ou maior medida, afetam o jeito como encaramos a vida. Ninguém é feliz 100% do tempo, os problemas sempre surgem e, em certa medida, são bons para "pregar os pés no chão". Porém, o segredo é encará-los de frente, não deixando que eles causem desgastes. "Não gaste o seu tempo e a sua mente preocupando-se com os problemas. Em vez disso, ocupe-se trabalhando neles para resolvê-los e use sua mente com pensamentos positivos e um sorriso no rosto", indica a psicóloga Mariuza Pregnolato.
Carregar o mundo nas costas traz dor, cansaço, desgaste e só. Quem tem o hábito de fazer isso precisa ficar atento e procurar alternativas para dividir as tarefas com as pessoas que querem e podem te ajudar. De nada adianta fazer tudo sozinho e ficar sem tempo para você mesmo. Divida seus problemas e funções, peça e aceite ajuda, trabalhe com prioridades. "Diante das situações, avalie e escolha sempre as melhores alternativas, aquelas que mais te interessam e são emergenciais. Deixe o que é menos importante para depois, lembre-se sempre que somos humanos e, portanto, limitados. Não conseguimos fazer tudo sempre", afirma a psicóloga Mariuza Pregnolato, da Universidade de São Paulo.
Gostar de si mesmo é essencial para o bem-estar. "Para que estejamos bem, é necessário que estejamos sintonizados com nós mesmos. Na prática, isso significa relativizar a importância de tudo que nos atinge de fora para dentro", diz a psicóloga da USP, que completa: "É preciso aprender a ficar, dentro do possível, imune aos golpes que a vida nos desfere vez por outra. Para isso, precisamos aprender a cultivar e a expressar nosso próprio modo de ser e apreciar a vida sendo do jeito que somos, sem procurar agradar a todos, até porque isso é impossível."
Muita gente se envolve em planos para o futuro de tal forma que acaba vendo a vida passar rapidamente. Esse tipo de atitude adia a felicidade e para que? "Muitas vezes nos frustramos por passar muito tempo programando um futuro que não acontece exatamente do jeito que sonhamos. As pessoas mais felizes aprenderam a moldar seus sonhos, a viver no presente. São as que entenderam que o futuro é a ressonância do hoje", defende a neurologista Claudia Klein. Lembre-se que a felicidade não é um estado permanente, que se atinge e lá se fica. Ela vem e volta, e é normal que isso aconteça. O principal é fazer com que mais momentos felizes entrem em nossa vida. E saber lidar com os altos e baixos.
Fonte:Yahoo
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Quer ter sua vida emocional melhor sem remédios de farmácia?
Aprender a administrar as próprias emoções é saúde mental. Como conseguir isto e não depender de medicamentos?
O livro best-seller nos Estados Unidos do psiquiatra M. Scott Peck, “O Caminho Menos Percorrido”, trata do desenvolvimento emocional humano. Ele começa com a frase: “A vida é difícil.” É? Creio ser difícil de maneiras diferentes para pessoas diferentes. Vamos pensar.
Para os pobres materialmente a vida é difícil financeiramente. Para outros é difícil porque nasceram com déficit cerebral que favorece o surgimento de transtornos mentais. Há os que experimentam dificuldade devido à doenças incuráveis, bem limitadoras, como paralisias, ausência de algum órgão, deficiência visual, auditiva, etc. E a vida pode ser difícil para pessoas que, ainda que ricas materialmente, sentem um vazio existencial.
Dr. Scott Peck comenta em seu livro sobre o fato de jovens aprenderem na escola matemática, geografia, história, biologia, química, física, línguas estrangeiras, etc., e não lhes ser ensinado a lidar com suas próprias emoções! Um dos fundamentos do pensamento pós-moderno vigente, praticado numa maioria de países, pela maioria das pessoas é: “Se me sinto bem, então vale à pena!” O que vale é como a pessoa se sente, e isto depende das emoções. Consegue ver o perigo disto?
Leigh M. Vaillant, psiquiatra professora de Harvard, com quem troquei ideias sobre angústia humana, em seu livro “Changing Character”, explica que o desafio para a saúde mental é “ter as emoções sem deixar que as emoções tenham você.” Isto corresponde às ideias de Daniel Goleman sobre “inteligência emocional”, e ao conceito de Diana Fosha, Ph.D., da Universidade Adelphi nos EUA, sobre “competência emocional”. É bem diferente ter competência no mercado de trabalho e ter competência emocional. Uma coisa não vem obrigatoriamente ligada à outra. Para adquirir competência emocional temos que lutar por isto, buscar ativamente este crescimento, aprender a administrar nossas emoções.
Você já viu em algum currículo de alguma escola, curso, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado uma disciplina chamada “Administração de Emoções”? Eu nunca vi. Sabia que a Bíblia ensina isto? O conceito bíblico de comportamento saudável envolve o aprendizado do controle emocional. Por exemplo, o “Ph.D” Paulo diz: “Irai-vos e não pequeis.” Efésios 4:26. Isto é exatamente o que Leigh Vaillant explica em seu livro. O problema não é a emoção, neste caso, a raiva. Há situações na vida que geram raiva e isto é normal. A questão é: Você é dominado por ela ou a administra para não ser movido pela raiva e, assim, fazer bobagem?
Recomendo colocar um alvo para si mesmo para o novo ano: aprender a administrar suas emoções. Não conheço ninguém, a não ser Jesus Cristo, que aprendeu isto perfeitamente. (veja Hebreus 5:8 e 9). Vale à pena tentar e não desistir. Os benefícios serão enormes para sua paz interior, relação com as pessoas e autonomia na vida no sentido de não ser jogado para aqui ou para ali pelas emoções, ou ficar dependente de remédios, psicólogos, médicos.
Como fazer isto?
Primeiro, reconheça que talvez você tem estado sem controle das próprias emoções.
Segundo, identifique a emoção do momento. Dê um nome a ela: É raiva? Medo? Tristeza? Alegria? Vergonha? Culpa? Compaixão?
Terceiro, tente entender que evento produziu este sentimento que você acabou de identificar.
Quarto, use o raciocínio lógico (não depende de emoção) para verificar se este sentimento cabe na situação, ou se é exagerado. Você pode negar o sentimento e por isso concluir que não está sentindo nada, quando, na verdade, ele pode estar reprimido. Se for o caso, pense: “O que uma pessoa sentiria normalmente nesta situação?” Assim é mais fácil você admitir que tem a emoção negada num primeiro momento.
Quinto, expresse (fale, verbalize) este sentimento sem ser de maneira afetada, agressiva, abusiva, para a pessoa em foco e experimente (vivencie) o sentimento sem medo dele, sem fugir dele com álcool, outras drogas, excesso de trabalho, sexo, compras, viagens, etc. (ver 1 Coríntios 10:13).
Sexto, não tenha medo do sentimento, seja medo, angústia, tristeza, culpa, vergonha. O sentimento não é você. Você é maior que ele e pode pensar sobre ele.
Sétimo, leia bons livros sobre o assunto, assista palestras sobre este tema, converse com pessoas interessadas nisto.
Administrar a emoção envolve dar dois passos para trás em sua mente, olhar a si como expectador, e pensar no que sente. Sem este exercício, a emoção domina você. Com ele você pode ter a emoção sem deixar que ela tenha você.
O livro best-seller nos Estados Unidos do psiquiatra M. Scott Peck, “O Caminho Menos Percorrido”, trata do desenvolvimento emocional humano. Ele começa com a frase: “A vida é difícil.” É? Creio ser difícil de maneiras diferentes para pessoas diferentes. Vamos pensar.
Para os pobres materialmente a vida é difícil financeiramente. Para outros é difícil porque nasceram com déficit cerebral que favorece o surgimento de transtornos mentais. Há os que experimentam dificuldade devido à doenças incuráveis, bem limitadoras, como paralisias, ausência de algum órgão, deficiência visual, auditiva, etc. E a vida pode ser difícil para pessoas que, ainda que ricas materialmente, sentem um vazio existencial.
Dr. Scott Peck comenta em seu livro sobre o fato de jovens aprenderem na escola matemática, geografia, história, biologia, química, física, línguas estrangeiras, etc., e não lhes ser ensinado a lidar com suas próprias emoções! Um dos fundamentos do pensamento pós-moderno vigente, praticado numa maioria de países, pela maioria das pessoas é: “Se me sinto bem, então vale à pena!” O que vale é como a pessoa se sente, e isto depende das emoções. Consegue ver o perigo disto?
Leigh M. Vaillant, psiquiatra professora de Harvard, com quem troquei ideias sobre angústia humana, em seu livro “Changing Character”, explica que o desafio para a saúde mental é “ter as emoções sem deixar que as emoções tenham você.” Isto corresponde às ideias de Daniel Goleman sobre “inteligência emocional”, e ao conceito de Diana Fosha, Ph.D., da Universidade Adelphi nos EUA, sobre “competência emocional”. É bem diferente ter competência no mercado de trabalho e ter competência emocional. Uma coisa não vem obrigatoriamente ligada à outra. Para adquirir competência emocional temos que lutar por isto, buscar ativamente este crescimento, aprender a administrar nossas emoções.
Você já viu em algum currículo de alguma escola, curso, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado uma disciplina chamada “Administração de Emoções”? Eu nunca vi. Sabia que a Bíblia ensina isto? O conceito bíblico de comportamento saudável envolve o aprendizado do controle emocional. Por exemplo, o “Ph.D” Paulo diz: “Irai-vos e não pequeis.” Efésios 4:26. Isto é exatamente o que Leigh Vaillant explica em seu livro. O problema não é a emoção, neste caso, a raiva. Há situações na vida que geram raiva e isto é normal. A questão é: Você é dominado por ela ou a administra para não ser movido pela raiva e, assim, fazer bobagem?
Recomendo colocar um alvo para si mesmo para o novo ano: aprender a administrar suas emoções. Não conheço ninguém, a não ser Jesus Cristo, que aprendeu isto perfeitamente. (veja Hebreus 5:8 e 9). Vale à pena tentar e não desistir. Os benefícios serão enormes para sua paz interior, relação com as pessoas e autonomia na vida no sentido de não ser jogado para aqui ou para ali pelas emoções, ou ficar dependente de remédios, psicólogos, médicos.
Como fazer isto?
Primeiro, reconheça que talvez você tem estado sem controle das próprias emoções.
Segundo, identifique a emoção do momento. Dê um nome a ela: É raiva? Medo? Tristeza? Alegria? Vergonha? Culpa? Compaixão?
Terceiro, tente entender que evento produziu este sentimento que você acabou de identificar.
Quarto, use o raciocínio lógico (não depende de emoção) para verificar se este sentimento cabe na situação, ou se é exagerado. Você pode negar o sentimento e por isso concluir que não está sentindo nada, quando, na verdade, ele pode estar reprimido. Se for o caso, pense: “O que uma pessoa sentiria normalmente nesta situação?” Assim é mais fácil você admitir que tem a emoção negada num primeiro momento.
Quinto, expresse (fale, verbalize) este sentimento sem ser de maneira afetada, agressiva, abusiva, para a pessoa em foco e experimente (vivencie) o sentimento sem medo dele, sem fugir dele com álcool, outras drogas, excesso de trabalho, sexo, compras, viagens, etc. (ver 1 Coríntios 10:13).
Sexto, não tenha medo do sentimento, seja medo, angústia, tristeza, culpa, vergonha. O sentimento não é você. Você é maior que ele e pode pensar sobre ele.
Sétimo, leia bons livros sobre o assunto, assista palestras sobre este tema, converse com pessoas interessadas nisto.
Administrar a emoção envolve dar dois passos para trás em sua mente, olhar a si como expectador, e pensar no que sente. Sem este exercício, a emoção domina você. Com ele você pode ter a emoção sem deixar que ela tenha você.
Fonte:Sétimo dia
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Sete Hábitos para você cultivar o bom humor e começar 2012 super bem
Mude algumas formas de lidar com as situações estressantes do dia a dia
Exibir um sorriso, mas espumar de nervosismo por dentro, está longe de ser uma atitude saudável. Suas emoções precisam ter vazão ou há o risco de que elas comecem a se refletir em problemas físicos, desde dores nas costas até taquicardia ou falta de ar, por exemplo.
Não banque o palhaço com você mesmo: o bom humor precisa ser sincero. "Ele é um jeito de encarar a vida, uma postura positiva e aberta para enfrentar o que vier com mais disposição", afirma a psicóloga Marina Vasconcellos, especialista em psicodrama.
Aprenda a levar a vida de forma mais leve, usando o humor a seu favor, sem que o sorriso fique apenas na aparência.
Com organização, é possível se programar melhor para dar conta de todas as tarefas. "O planejamento ajuda a evitar aflições ou crises de desespero por não conseguir cumprir os prazos ou por esquecer alguma atividade em meio à falta de prioridades", afirma a psicóloga Marina Vasconcellos. "Tudo isso traz uma rotina mais tranquila e, como consequencia, o bom humor."
Fingir que não existe sofrimento pode até deixar seu bom humor intacto por um tempo. Mas os momentos frustrantes não deixam de existir simplesmente porque você fugiu deles. Use essas situações para amadurecer e encarar os desafios com mais facilidade. "As frustrações são oportunidades para o crescimento pessoal, mas cabe a cada um tomar o cuidado de não desperdiçar essas chances", afirma a psicóloga Márcia Cavalieri, de Ribeirão Preto.
Não é pra viver pessimista, mas para considerar que há sempre ao menos duas possibilidades, e uma delas pode ser diferente da sua expectativa. Com esse preparo emocional, as chances de você ficar de mau humor com o pior resultado diminuem. "É preciso sonhar e desejar, mas sem deixar de lado as reais possibilidades. Assim a frustração deixa de ser um peso tão grande", afirma Márcia.
Quem imagina a felicidade como uma sequencia permanente de grandes emoções pode viver frustrado buscando isso a vida inteira. "Os momentos simples precisam ser mais valorizados, assim, naturalmente, você passa a cultivar mais o sorriso, o bom humor. Fica mais fácil reconhecer o que trás felicidade em vez viver em busca dela", afirma a psicóloga Marina.
Depois que o erro já foi cometido, o mau humor não ajuda em nada. A psicóloga Marina Vasconcellos propõe que você deixe de considerar o erro como o fim de tudo, algo que desanima e leva à desistência frente a um objetivo. "Em vez de se irritar, pense como reagir em uma próxima ocasião, quando algo sair do programado ou esperado", afirma a profissional.
O excesso de pensamento negativo não dá espaço para o bom humor. Procure se esforçar para pensar no problema por um determinado período, concentrando as suas energias para resolvê-lo. Mas depois mude o foco e pense em outras coisas, sua saúde mental vai agradecer. "Não há contribuição maior para o bom humor do que a capacidade de resolver os próprios problemas em vez de permanecer se lamentando deles", diz Márcia.
Quando damos gargalhadas, os níveis de cortisol e adrenalina - hormônios do estresse - baixam. Além disso, o cérebro passa a produzir endorfina, hormônio que deixa o corpo mais relaxado. Mas a risada precisa ser sincera, por isso, procure situações prazerosas que permitam você passar mais
tempo descontraído.
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